Há 40 anos nascia a maior e mais duradoura central sindical da história do Brasil. A fundação da Central Única dos Trabalhadores (CUT) em 28 de agosto de 1983, na cidade de São Bernardo era fruto direto de uma efervescente conjuntura iniciada com uma onda de greves e mobilizações sociais que tomou conta do país a partir de 1978. A luta dos trabalhadores impactou os rumos da redemocratização e colocou o movimento sindical no centro da arena política.
Para refletir sobre aquela conjuntura, o “Vale Mais”, podcast do LEHMT/UFRJ, lança “O nascimento da CUT”, uma série de cinco programas em que contamos as histórias de cinco sindicalistas que estavam em São Bernardo naquele 28 de agosto de 1983. No segundo episódio, Ranulfo Peloso, liderança do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Santarém no Pará, fala da sua trajetória como ativista católico durante a ditadura, da ação das oposições sindicais naquele período e do papel fundamental dos trabalhadores rurais no processo de fundação da CUT.

Projeto e execução: Deivison Amaral, Inghrid Masullo, Larissa Farias, Paulo Fontes e Yasmin Getirana | Assessoria: João Marcelo Pereira dos Santos | Roteiro: Deivison Amaral e Inghrid Masullo | Edição: Deivison Amaral | Apresentação: Larissa Farias | Entrevista: Deivison Amaral e Inghrid Masullo

Há 40 anos nascia a maior e mais duradoura central sindical da história do Brasil. A fundação da Central Única dos Trabalhadores (CUT) em 28 de agosto de 1983, na cidade de São Bernardo era fruto direto de uma efervescente conjuntura iniciada com uma onda de greves e mobilizações sociais que tomou conta do país a partir de 1978. A luta dos trabalhadores impactou os rumos da redemocratização e colocou o movimento sindical no centro da arena política.
Para refletir sobre aquela conjuntura, o “Vale Mais”, podcast do LEHMT/UFRJ, lança “O nascimento da CUT”, uma série de cinco programas em que contamos as histórias de cinco sindicalistas que estavam em São Bernardo naquele 28 de agosto de 1983. No segundo episódio, Zica Oliveira, trabalhadora doméstica do Rio de Janeiro, fala das lutas das domésticas para terem seus direitos reconhecidos como trabalhadoras e da participação da categoria no processo de fundação da CUT.

Projeto e execução: Deivison Amaral, Inghrid Masullo, Larissa Farias, Paulo Fontes e Yasmin Getirana | Assessoria: João Marcelo Pereira dos Santos | Roteiro: Yasmin Getirana | Edição: Deivison Amaral | Apresentação: Larissa Farias | Entrevista: Deivison Amaral e Yasmin Getirana

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Há 40 anos nascia a maior e mais duradoura central sindical da história do Brasil. A fundação da Central Única dos Trabalhadores (CUT) em 28 de agosto de 1983, na cidade de São Bernardo era fruto direto de uma efervescente conjuntura iniciada com uma onda de greves e mobilizações sociais que tomou conta do país a partir de 1978. A luta dos trabalhadores impactou os rumos da redemocratização e colocou o movimento sindical no centro da arena política.

Para refletir sobre aquela conjuntura tão especial, o “Vale Mais”, podcast do LEHMT/UFRJ, lança “O nascimento da CUT”, uma série de cinco programas em que contamos as histórias de cinco sindicalistas que estavam em São Bernardo naquele 28 de agosto de 1983. No nosso primeiro episódio, Almerico Lima, petroquímico da Bahia, relata sobre sua história de militância sindical durante a redemocratização do país e conta suas experiências no Congresso de Fundação da CUT.

Projeto e execução: Deivison Amaral, Inghrid Mazullo, Larissa Farias, Paulo Fontes e Yasmin Getirana

Assessoria: João Marcelo | Roteiro: Deivison Amaral | Edição: Deivison Amaral | Apresentação: Larissa Farias | Entrevista: Deivison Amaral e Larissa Farias

Nesta quinta edição da série “Vale a Dica”, Alexandra Veras, doutoranda em história pela UFRJ e pesquisadora do LEHMT/UFRJ, indica o filme “Dois dias, uma noite”, dirigido por Jean-Pierre Dardenne e Luc Dardenne. Lançado em 2014 e protagonizado por Marion Cotillard, o filme retrata a história de Sandra, operária, mãe e esposa. Devido a um quadro de depressão, precisa ser afastada de seu trabalho e quando retorna descobre que os funcionários da fábrica optaram por um bônus no lugar do seu emprego. Sandra, em dois dias, uma noite, tenta então convencer seus colegas a não aceitarem o bônus e assim retomar seu emprego. O filme nos permite reflexões acerca das transformações em curso nos mundos do trabalho e de seus impactos na saúde mental de trabalhadores e trabalhadoras.
Projeto e execução: Alexandra Veras, Isabelle Pires, Larissa Farias, Victória Cunha e Yasmin Getirana

Há 40 anos nascia a maior e mais duradoura central sindical da história do Brasil. A fundação da Central Única dos Trabalhadores (CUT) em 28 de agosto de 1983, na cidade de São Bernardo era fruto direto de uma efervescente conjuntura iniciada com uma onda de greves e mobilizações sociais […]

Nesta quarta edição da série “Vale a Dica” do LEHMT/UFRJ, Ana Luiza Fernandes (IPPUR/UFRJ) e Thompson Clímaco (PPHR/UFRRJ) comentam a exposição “Heitor dos Prazeres é meu nome”. Com curadoria de Pablo Léon de la Barra, Raquel Barreto e Haroldo Costa, a exposição pode ser vista no Centro Cultural Banco do Brasil, no Rio de Janeiro, de 28 de junho a 18 de setembro de 2023.
Pintor, sambista, compositor e artista negro, Heitor dos Prazeres nasceu no Rio de Janeiro em 1898, vindo a falecer em 1966. Sua trajetória está diretamente ligada aos mundos do trabalho. Filho de trabalhadores migrantes, sendo seu pai marceneiro e músico, e sua mãe costureira e trabalhadora doméstica, essa experiência está fortemente presente em suas expressões artísticas, compondo particularidades que articulam debates caros à história social do trabalho. Em suas pinturas, evidente é o destaque dado ao cotidiano e variadas experiências da população negra trabalhadora carioca.

Projeto e execução: Alexandra Veras, Isabelle Pires, Larissa Farias, Victória Cunha e Yasmin Getirana

Nesta terceira edição da série “Vale a Dica”, Isabelle Pires, doutoranda em história pela UFRJ e pesquisadora do LEHMT/UFRJ, indica o filme Pureza, de Renato Barbieri, protagonizado por Dira Paz. Lançado em 2022, o filme retrata a história real de Pureza Lopes Loyola, mãe solo, que desafiou fazendeiros e jagunços para resgatar seu filho da escravidão contemporânea na Amazônia. A partir da busca de Pureza pelo seu filho, nos deparamos com a exploração do trabalho sob a coerção de armas, castigos físicos, e péssimas condições de vida e trabalho. O aliciamento para o trabalho braçal, como ressalta Isabelle, era feito através do reforço a uma certa noção de masculinidade, pautada na força, na coragem e na virilidade.
Nos últimos anos, os temas do trabalho forçado e do trabalho análogo à escravidão têm despertado cada vez mais o interesse de historiadores e historiadoras, ganhando espaço entre os temas de pesquisa da História Social do trabalho.

Projeto e execução: Alexandra Veras, Isabelle Pires, Larissa Farias, Victória Cunha e Yasmin Getirana

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Nesta segunda edição do “Vale a Dica”, Larissa Farias, graduanda em história pela UFRJ e pesquisadora do LEHMT/UFRJ, sugere a leitura do livro “Jubiabá” do escritor Jorge Amado. Tendo sua primeira publicação em 1935, o romance narra a trajetória de Antônio Balduíno, homem negro, pobre, crescido no morro do Capa-Negro, em Salvador (BA). Considerado de conteúdo subversivo à época, o cenário literário de Jubiabá nos leva a pensar sobre a questão racial no contexto da década de 1930, a articulação entre as identidades raciais e de classe, dentre outras que tornam o romance importante referência para pensar os mundos do trabalho.

Projeto e execução: Alexandra Veras, Isabelle Pires, Larissa Farias, Victória Cunha e Yasmin Getirana

“Vale a Dica” é uma série especial do Vale Mais, podcast do LEHMT/UFRJ, em que são apresentadas indicações culturais relativas aos temas da história social do trabalho. Nesta primeira edição, Yasmin Getirana, bolsista do CEDIM/UFRRJ e pesquisadora do LEHMT/UFRJ, sugere a leitura do livro “Cartas a uma negra” (2021) de Françoise Ega, no qual a autora endereça cartas (não entregues) a Carolina Maria de Jesus, autora do sucesso literário “Quarto de despejo”.

Projeto e execução: Alexandra Veras, Isabelle Pires, Larissa Farias, Victória Cunha e Yasmin Getirana

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“Vozes comunistas” é uma série especial do Vale Mais, podcast do LEHMT/UFRJ. Entre março de 2022 e março de 2023 homenageamos o centenário do Partido Comunista Brasileiro (PCB) com a divulgação do áudio de 22 trechos de entrevistas de antigos sindicalistas, lideranças operárias e camponesas ou mesmo trabalhadores/as de base que contam um pouco da história do PCB e sua importância para a história do trabalho no Brasil.

Em nosso último episódio, apresentamos trechos de uma entrevista realizada em 1984 com Álvaro Ventura, líder sindical dos estivadores de Santa Catarina. Anarquista em sua juventude, Ventura iniciou sua militância política muito cedo. Nos anos 1920, filiou-se ao PCB. Presidiu a União dos Operários Estivadores de Florianópolis e teve intensa atuação no movimento sindical de Santa Catarina. Foi deputado federal classista entre 1933 e 35. Preso após o levante da ANL em 1935, foi para a clandestinidade. Entre 1943 e 45, foi o secretário-geral do partido.
No trecho que ouviremos, Álvaro Ventura fala de sua esperança na juventude e no futuro da luta anti-imperialista e pelo socialismo no Brasil e no mundo. Esta voz comunista é apresentada pelo jornalista Pedro Estevam da Rocha Pomar.

Projeto e execução: Ana Clara Tavares, Felipe Ribeiro, Larissa Farias e Paulo Fontes
Apoio: Centro de Documentação e Imagem da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro.
Agradecemos às instituições e pesquisadores que gentilmente colaboraram com nosso projeto

Referência da entrevista: Entrevista Álvaro Ventura. 12 de fevereiro de 1984. Entrevistadores: Edgar Carone, Maurício Tragtenberg, José Maria Crispim, Ana Lucia Goulart de Farias, Regiane Cruz, João Ventura e Sérgio Gomes da Cruz. Centro de Memória Sindical.